Tinha uma reunião na faculdade hoje, mas meus colegas não puderam estar presentes. Por isso estou postando meu segundo texto de hoje, mas tudo bem, vamos compensar pelo dia de ontem que não tive tempo para escrever nada, ok Google?
Depois que comecei a escrever estas coisas para você, fiquei pensando: será que os fatos de ontem me deixaram com assunto para escrever hoje ou estou apenas sem nada para fazer e achei melhor utilizar meu tempo escrevendo alguma coisa neste singelo e despretensioso blog?
Estava editando o último texto e vi nas estatísticas que você, ó poderoso Google, fez e tinha uns 20 leitores destas malfadadas palavras. Aí pensei: caramba! As pessoas leem estas bobagens que escrevo. Será que agora devo escrever coisas construtivas?
Então lembrei que o propósito do blog era fazer um diário mesmo e que ele não foi feito para outra pessoa que não o Google e eu. Não posso fazer um diário em casa porque provavelmente teria algum bisbilhoteiro para xeretar meus escritos simbólicos.
Bem, mas já que tem alguém lendo, vou dedicar este post ao que temos em comum. O que nos leva a ler sobre a vida dos outros? Penso que a resposta não é exatamente saber da vida alheia, mas saber que outros sofrem as mesmas adversidades que nós; que não estamos sozinhos.
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| Foto do Recadoface |
Somos como este palhacinho da foto. Estamos tristes, mas precisamos transparecer alegria e assim temos conseguido viver. Mas sabe de uma coisa, como diria aquela canção do Tom Jobim, a tristeza não tem fim. A felicidade, sim!
Sejamos felizes independente dos outros!
Beijos!

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